Dos 65 integrantes da Comissão de Minas e Energia (CME) da Câmara dos Deputados, 63 concorreram a cargos eletivos na eleição realizada no dia 4 de outubro, dos quais 43 (68%) se elegeram novamente – três deles, ao Senado, como senador ou suplente.
- Dos 63 integrantes da CME que concorreram, seis tentaram vagas no Senado Federal (um deles como 1º suplente) – desse total, metade obteve êxito.
- Dos 26 titulares que disputaram, 19 se reelegeram e um está com candidatura sob júdice.
- Dos 37 suplentes que disputaram, 24 se reelegeram
Entenda as repercussões da eleição na atual composição da CME
No dia 1º de fevereiro de 2027, os parlamentares eleitos na eleição de 2026 vão tomar posse e dar início à 58ª legislatura. Nos primeiros dias, começam também as ações e conversas para a composição das comissões permanentes, incluindo a Comissão de Minas e Energia (CME).
Uma das primeiras ações para essa composição é da Mesa Diretora, que ouve o Colégio de Líderes e define o número de membros efetivos das comissões permanentes.
Para isso, a Mesa Diretora leva em consideração a composição de partidos da legislatura que se inicia. O princípio da proporcionalidade partidária é um dos mais relevantes, observado “tanto quanto possível”, conforme consta no Regimento Interno da Câmara dos Deputados.
A distribuição das vagas nas comissões permanentes entre os partidos e blocos parlamentares será organizada pela Mesa Diretora, após um ato fixar a composição numérica, que será mantida durante toda a legislatura.
Os deputados federais dispostos a participarem das comissões permanentes como titulares ou suplentes devem dialogar com o líder partidário, que é quem indica os representantes para a comissão.
Nenhum deputado federal poderá fazer parte, como membro titular, de mais de uma comissão permanente, exceto para algumas comissões previstas no Regime Interno – a CME não está entre as exceções.
